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Pacote Laboral. Chega ameaça votar contra se não houver cedências do Governo

Pacote Laboral. Chega ameaça votar contra se não houver cedências do Governo

André Ventura acaba de ameaçar o Governo com voto contra o novo pacote laboral se Luís Montenegro não recuar em matérias como despedimentos e parentalidade.

RTP /
Foto: Joana Almeida - RTP

O presidente do Chega diz que não vai aprovar o pacote laboral como está. O candidato à Presidência da República diz que o governo está a premiar quem vive de subsídios e não quem trabalha.

Em declarações aos jornalistas à entrada para uma reunião com a Ordem dos Advogados, em Lisboa, André Ventura explicou que o seu partido se opõe a várias das medidas previstas no anteprojeto de revisão da legislação laboral: "Se fosse como está agora, está mal, [o Chega] está contra. Porque está errado".

"É um ataque a quem trabalha, é um ataque a quem investe, é um ataque a quem se esforça. É tão simples como isto", acrescentou Ventura, para apontar o dedo ao executivo de Luís Montenegro por ir "atrás das mulheres que querem ter filhos".

A contratação através do outsourcing após despedimentos é outra das matérias que não agrada ao Chega: "O que o Governo quer fazer é criar em todos a sensação de vida instável. Naquela lógica liberal, porque se for uma coisa selvagem, todos contra todos, vamos todos ficar melhor. Isso é errado".

c/ Lusa

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